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Jamba de Van Danne "Kimba" - Pr. Albano Moreira

  Nascida a 7 maio 1997

A história da minha cadelinha começa no dia 8 de Maio de 1997 que foi quando nasceu.

Como sou muito amigo do dono da mãe dela (que entretanto já morreu) foi-me prometido que um dos cachorros da ninhada seria para mim como prenda do meu casamento que seria 2 meses depois. Ao ver a ninhada quando começaram a andar tanto eu como a minha mulher fica-mos apaixonado pela cadelinha Tricolor. O meu amigo tal como prometido ofereceu-ma e com 2 meses de idade e com o LOP lá fui buscá-la. No LOP constava o nome de Jamba de Van Danne.

Como não era minha intenção participar em exposições nem concursos, ignorei o nome oficial e baptizei-a de Kimba.

Ela foi crescendo, eduquei-a e treinei-a e passou a ser parte integrante da família. Para onde a família fosse, ela teria que ir também ou então não ia ninguém.Com o seu desenvolvimento, os traços de Collie deveriam começar a acentuar-se principalmente no focinho e o pêlo. Neste caso o focinho estava mais recuado que um Rough Collie e o pêlo Tricolor era mais curto (mesmo para cadela) e era um pouco cerdoso.

Mesmo assim e porque não era grande entendido em Collies sempre pensei que isto fosse ao sítio mais dia, menos dia. Um belo dia ao pesquisar na Internet noticias sobre Collies em Portugal encontro o Collie Clube de Portugal localizado em Bela (refira-se que eu morava na altura em Queluz) e que o afixo dos criadores era Belaju. Este nome não me era estranho e ao ver o LOP reparo que a minha Kimba era neta de uma BELAJU. Ora afinal eu era proprietário de uma descendente de um “Ferrari” (como eu dizia) dos Collies.

Pego no telefone e ligo para o Collie Clube onde sou atendido pela minha grande e saudosa amiga Maria Júlia (na altura presidente do Collie Clube) que ficou muito feliz por saber que eu tinha uma descendente de uma Belaju e marcámos uma hora no Clube para me receber e ver a minha Kimba. Lembro-me que era um dia chuvoso e triste de Outono, bem como se mostrou o resto do meu dia.

A minha querida amiga nem sabia como me dizer. A minha Kimba tinha LOP, era neta de uma cadela sua, mas de Rough Collie não tinha nada. O meu mundo desabou. Como podia isso ser verdade se tenho o LOP passado pelo CPC?

Pois…….. Nada a dizer.  Das duas ninhadas que a mãe da minha Kimba teve, o pai foi o mesmo e todos saíram com as linhas de Rough Collie, mas ele próprio já não era puro, e por investigações consequentes só a minha Kimba foi buscar os genes defeituosos. Ela é mais Border Collie que Rough Collie.

Nesse dia fiquei a saber que tinha um Ferrari com motor de Mini 1000 (dos antigos), e a minha amiga Maria Júlia que tinha feito uma má venda a um criador descuidado ou sem escrúpulos que acabou por deixar cruzar uma cadela pura com um macho que não era Rough Collie e por aí fora até chegar à cruza com a LUMA (nome da mãe da minha cadela). A minha relação com a Maria Júlia e com o Collie Clube ficou desde esse momento muito estreito, de tal forma que me fiz sócio nesse mesmo dia e a minha filha foi a sócia júnior mais nova do clube com 5 dias de idade. As histórias que se seguiram e o que aprendi, ficam para outras crónicas se me quiserem ouvir.

Entretanto a minha “Kimbinha” (como eu lhe chamo) já é senhora de uma certa idade com 13 anos. Já tem as suas dificuldades em andar ver e ouvir, mas sempre junta à minha família até que chegue aquele

Até uma próxima

Albano Moreira 

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